Hume, Stephen Hawking, ciência e a (derrocada da) filosofia

Embora a obra Crepúsculo dos Ídolos seja atribuída e considerada uma das mais importantes do acervo do filósofo Friedrich Nietzsche, é possível atribuir à David Hume a figura de grande responsável pela decadência de ídolos antigo (Filosofia Grega) e, mais do que isso, instigador do que seria o início da derrocada da relevância da filosofia para a sociedade.


David Hume, nesse sentido, estabeleceu por meio de sua filosofia que a ordem natural das coisas não está disposta para acesso na medida em que se imaginava no campo científico e filosófico. Com efeito, Hume entendia que a subjetividade das percepções não

É o direito uma ciência?

Responder a indagação se o direito é uma ciência leva ao questionamento da relação entre esses dois conceitos. A resposta perpassa pela indagação do que é ciência, do que é direito e de que forma esses dois elementos se relacionam.

A ciência pode ser compreendida como uma concepção de mundo e de objetos baseada em uma metodologia calcada na busca da sistematização das estruturas fenomênicas que permita um raciocínio indutivo e falseável das proposições. Apesar da hegemonia exercida hoje pela ciência, ela corresponde a mais uma das lentes através das quais a humanidade observa os fatos. Exerce, portanto, o papel

É o direito uma ciência?

É o direito uma ciência?

São várias as compreensões entorno do Direito ser ou não uma ciência. Antes de conseguir chegar a alguma conclusão, importa lembrar que a etimologia da palavra ciência advém da expressão latina scientia, que significa conhecimento. Há outras vertentes, que afirmam que ciência derivaria da palavra scindere, que significa corte, divisão.

Conquanto, pode-se dizer, então, que ciência seria a arte destinada ao corte/divisão de um objeto para melhor apreciação. Sob essa ótica, inferir o Direito enquanto ciência, torna-se fácil, visto que um operador das leis acaba por recortar o fenômeno social para emoldurá-lo no quadro normativo e,