O devaneio da felicidade egoísta

O ano é o de 2020, o mundo encontrava-se em uma homeostasia (equilíbrio interno) aparente na perspectiva de boa parte da população brasileira. Porém ocorria ao mesmo tempo conflitos religiosos no Oriente Médio, a fome na África, o capitalismo voraz na América do Norte, a desigualdade social e a corrupção no nosso país e no resto da América Latina.  Acostumados com essas mazelas por vários anos assumindo o papel de simples espectadores, assistimos a homeostasia da banalidade com uma postura passiva diante de tantas contradições.  Por meio da abstenção dos problemas sociais alheios, deixamos de lado o nosso senso

O devaneio da felicidade egoísta

SISTEMAS DE SOFÍSTICA E FILOSOFIA: A concepção e a herança dos sofistas antigos para cultura moderna

Os estudos filosóficos e humanos ainda separam com regularidade a história intelectual da contemporaneidade, o que pode ser contraditório com as teses antropológicas e sociológicas sobre o contínuo social e individual, confirmadas na história. Mesmo dando especial atenção às descontinuidades a que se refere Michel Foucault, admitindo que a linha cronológica da humanidade tem rupturas, para tentar entender o pensamento contemporâneo os estudos devem se desenvolver nesse sentido, para guardar seu lugar significativo como arte de explicar o mundo que nos rodeia. Um grande exemplo dessa compreensão é a análise da perspectiva  e da mensagem da sofística clássica.

Nos tempos

SISTEMAS DE SOFÍSTICA E FILOSOFIA: A concepção e a herança dos sofistas antigos para cultura moderna

Platônicos e Aristotélicos na sociedade da informação

Autores: Carlos Alberto Rabelo Aguiar, Guilherme Domingos dos Reis, Adriano Augusto Araújo Magalhães, Jhonas de Sousa Santos, Rebeca Cristina Pereira Araújo e Raíck Junio dos Santos Silva.

​ A informação na modernidade assume um paradigma de contingência e poder, sobretudo no campo das ciências humanas, estudiosas das ciências morais, com crucial importância. O quadro pandêmico que vivenciamos evidencia com maestria as diversas miradas no mosaico social: quem pode “decretar” a existência ou não-existência de um vírus? De repente, as ciências naturais, que num percurso de séculos ininterruptos gozavam da primazia da palavra do que é e do que deixa de

Platônicos e Aristotélicos na sociedade da informação