As relações de trabalho no contexto do paradigma modernizador europeu

Autores:  Carlos Alberto Rabelo Aguiar, Guilherme Domingos dos Reis, Adriano Augusto Araújo Magalhães, Jhonas de Sousa Santos, Rebeca Cristina Pereira Araújo e Raíck Junio dos Santos Silva.

Com o advento do século XXI, houve drástica mudança no modo de produção e organização do trabalho. Antes deste século, o trabalho era exercido dentro de espaços físicos e territorializados (as fábricas); a fabricação em massa era o principal objetivo dos chefes das fábricas, de modo a suprir um consumo também crescente; era a fábrica que exercia a regulação do fluxo de oferta e demanda do mercado; havia, dentro das fábricas, estruturas rígidas

As relações de trabalho no contexto do paradigma modernizador europeu

O paradigma de liberdade dos modernos no novo cenário pandêmico

A afirmação da liberdade individual moderna foi bruscamente rompida com a chegada do novo Coronavírus (SARS-CoV-2) e as medidas de isolamento social como modo de frear a disseminação do vírus que já causou mais de 2 milhões de mortes no mundo inteiro. Com o avanço do novo paradigma pandêmico, surgem novas discussões sobre a contraposição entre autoridade estatal e autonomia individual, fato que se percebe na polêmica sobre a vacinação obrigatória, o uso de máscaras e até no desrespeito às medidas de isolamento.

Até onde a liberdade individual pode ser ferida pelo Estado em prol da maioria e

O paradigma de liberdade dos modernos no novo cenário pandêmico

Ser ou não ser, uma coisa em tempo de uberização.


Autores: Holiton Oliveira e Arthur Benetele

muro berlim comunismo liberdade
a queda do muro de berlim

A queda do muro de Berlim em 9 de novembro de 1989, enfim, a última barreira impeditiva da conexão global cai. Liberdade! “Milhares passaram por ela, comemorando e chorando, em cenas transmitidas ao redor do mundo. Muitos escalaram o muro e o quebraram com martelos e picaretas. Foi o clímax de um ano turbulento.”(BBC. 2019) A separação do mundo em blocos na Guerra Fria não era somente uma divisão socioeconômica e política, mas também uma cisão segundo o consumo. De um lado, o mundo ocidental, propulsionado pela pujante economia capitalista após a Segunda

Ser ou não ser, uma coisa em tempo de uberização.