1. Cronograma

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2. Introdução

3. Leituras

3.1 Leitura obrigatória

1: Costa, Alexandre. Ordem natural e autoridade política. Arcos, 2021.

2: Costa, Alexandre. Da 'Sociedade sem governo' à 'Sociedade Contra o Estado'. Arcos, 2020.

3: Costa, Alexandre. Flannery & Marcus: as origens da desigualdade política. Arcos, 2020.

4: Costa, Alexandre. A ordem imaginada. Arcos, 2020.

3.3 Leitura Complementar

3.3.1 Ordem natural e origens da sociedade

1: Costa, Alexandre. Yuval Harari e a Armadilha da Revolução Agrícola. Arcos, 2020.

2:Flannery & Marcus. The creation of inequality. Cambridge: Harvard University Press, 2012.

3: Harari, Yuval Noah. Sapiens. Sapiens: uma breve história da humanidade. Cap. 5 (A maior fraude da história, Introdução [até o título "A armadilha do luxo", exclusive] ) e Cap. 6 (Construindo Pirâmides).

4: Bronislaw MALINOWSKI (1926). Crime e costume na sociedade selvagem. Parte I: A lei primitiva e a ordem. pp. 17-56.

5: Gustavo BARBOSA. A Socialidade contra o Estado: a antropologia de Pierre Clastres. Artigo que discute a contribuição de Clastres para a antropologia contemporânea. USP: Revista de Antropologia, 2004.

6: Fábio PORTELA. A evolução da mente normativa: origens da cooperação humana. Dissertação defendida no Mestrado em Filosofia da UnB, 2011.

7: Sinha, Surya Prakash. Jurisprudence: Legal Philosophy in a nutshell. St. Paul: West Publishing Co, 1993.

8: Sófocles. Antígone. eBooksBrasil, 2005.

3.3.2 Pensamento político chinês

1: Lao Tse. Tao Te Ching. Tradução: Wu Jyn Cherng. Indica-se  a leitura do Cap. 3.
2: Weng li. Phylosofical influences on contemporary chinese law. Parte II:

Tradicional sources of chinese legal theory. pp. 332-335. 3 p.
Uma descrição breve, mas precisa, dos elementos políticos do taoísmo, do confucionismo e do legalismo

3: Jianfu Chen. Chinese Law: Context and Transformation. Legal Culture and Heritage (pp. 8-23).

Esse texto complementa o anterior, desenvolvendo mais as descrições, compatibilidades e tensões. Há pontos de sobreposição, mas também abordagens um pouco diversas, que apontam para as diferentes possibilidades de compreensão desses elmentos.

4: Han Fei (280BC-230BC). The Complete Works of Han Fei. Preface to "The Complete Works of Han Fei Tzŭ with Collected Commentaries (1 p.), Livro 20, item LII (The Lord of Men) e item LV (Regulations and Distinctions), 3 p.

Han Fei é o principal nome da escola legalista chinesa, que indicava a necessidade de o governante confiar mais nas leis do que nos homens, como foma de administrar o estado. Como texto complementar, vale a pena ler ao menos a breve história de Han Fei (sua vida e sua morte ilustram bem o seu pensamento) e o Cap. V do livro 1, com o sugestivo nome de The tao of the sovereign, com seu tom que parece o do Príncipe de Maquiavel.

5: Jiang Shigong. Written and unwritten Constitutions: A new approach to the study of Constitutional Government in China. Modern China, v. 36, n. 1, p. 12-46, 2010.

6: Keay, John. China: A history. New York: Basic Books, 2009.

7: King Shu Liu. The origin of thaoism. The Monist, Vol. 27, No. 3 (JULY, 1917), pp. 376-389.

8: Ramos, Marcelo Maciel. A invenção do direito pelo ocidente: Uma investigação face à experiência normativa da China. 2010. Tese (Doutorado em Direito) - Faculdade de Direito, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, pp. 115-298.

Trata-se de tese doutoral em que se busca tensionar a experiência normativa ocidental - como ela própria se entende modernamente, a indicar de imediato o hegelianismo ao qual o autor se filia - com a experiência normativa chinesa. Há, assim, todo um esforço de destacar - a partir do Ocidente rumo à China - as diferentes estruturas que configuram essas duas formas de vida, especialmente no tocante ao papel do universal e como esse se objetifica normativamente. De um lado, não deixa de se apresentar como a retomada de uma tradição consolidada com a modernidade desde Leibniz pelo menos - isto é, o esforço de posicionar a experiência chinesa como diferente, e a partir daí classificá-la integrando-a à experiência ocidental -, de outro, não deixa também de repetir as dificuldades desse esforço, que restam para além dele, e que se traduzem nas próprias fontes articuladas pela pesquisa.

4. Atividade

4.1 Atividade em grupo: Post 2. Natureza e Governo